Diminuição credenciais de tratamento/Novas taxas moderadoras

Tópicos em 'Assuntos Laborais' iniciados por fisiotalk, 3 Jan 2012.

  1. fisiotalk

    fisiotalk Membro

    Boa noite colegas,

    A situação dos Fisioterapeutas nas clínicas de MFR não é famosa nos dias que correm e aparentemente não está para melhorar.
    A razão do meu pessimismo deve-se às recentes alterações na legislação e aos aumento das taxas moderadoras, que estão a afectar o número de doentes nas clínicas. Estas alterações estão provocar uma grande diminuição no número de credenciais que entram diariamente nas clínicas com acordos com a segurança social, o que está a levar ao despedimento de Fisioterapeutas, sendo naturalmente os mais afectados, os que trabalham a recibo verde.
    Esta realidade tem se verificado nos últimos meses, sendo que com o recente aumento das taxas moderadoras tenderá a agravar-se ainda mais.
    Questiono os visitantes deste fórum que trabalham em clínicas MFR se se têm deparado com esta situação?

    Cumprimentos.
  2. MafaldaF

    MafaldaF Membro

    Boas,

    concordo plenamente porque fui despedida em dezembro e o que e disseram é que tinham de cortar no pessoal por causa dos aumentos das taxas moderadoras. infelizmente conheço alguns colegas que estão na mesma situação, ou que trabalham sem receberem o ordenado.

    O importante é nao desaminar, mas e dificil..
  3. fisiotalk

    fisiotalk Membro

    Tendo em conta que a grande maioria dos Fisioterapeutas portugueses trabalha em clínicas MFR, esta situação poderá aumentar dramaticamente a taxa de desemprego na nossa classe.
    Com as taxas moderadoras a rondarem os 100 euros por credencial de tratamentos, poderá tornar-se incomportável para os pacientes não isentos, fazerem fisioterapia mais do que uma vez por ano.
  4. Diana L

    Diana L Membro

    Também me tenho deparado com essa realidade no meu dia-a-dia na clínica em que trabalho. Não apenas a impossibilidade por parte dos utentes de pagar os valores a que chegam as credenciais como também pela diminuição por parte dos centros de saúde de pedidos de fisioterapia e de transporte de utentes.

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